ANTÍDOTO
  

"Não tenho paciência pra televisão

Eu não sou audiência para a solidão

Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem

Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também

Tô te querendo como ninguém

Tô te querendo como Deus quiser

Tô te querendo, como eu te quero

Tô te querendo como se quer..."



Escrito por Chris às 12h23
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Passear na praia numa manhã de inverno, vendo as folhas outonais sobre o calçadão e sentindo aquele calorzinho do verão, só mesmo no Rio de Janeiro.

Apesar da loucura do clima, é bom demais!

Pra completar, é só vir para o trabalho na varanda da barca, ouvindo música, sentindo o vento e pegando um sol de leve.

Uma boa quarta-feira para todos!



Escrito por Chris às 12h18
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Escrito por Chris às 12h15
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Uma xícara de café

é bom escerver
quando na casa
todos dormem
mortos e vivos
iguais em seu úmido
silêncio

uma xícara de café
e os barulhos da rua
fragmentos de vozes
pedaços de telhado
pássaros e gatos
tramam ilhas e sonhos

na palavra tudo cabe
suspiros anseios um alçar
vôo em direção a nada
simplesmente o vento o vento


   
Roseana Murray

Escrito por Chris às 12h12
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"Redescobrir"

Gonzaguinha

"Como se fora brincadeira de roda, memória 
Jogo do trabalho na dança das mãos, macias
O suor dos corpos na canção da vida, história
O suor da vida no calor de irmãos, magia
Como um animal que sabe da floresta, perigosa
Redescobrir o sal que está na própria pele, macia
Redescobrir o doce no lamber das línguas, macias
Redescobrir o gosto e o sabor da festa, magia
Vai o bicho homem fruto da semente, memória
Renascer da própria força, própria luz e fé,
memória
Entender que tudo é nosso, sempre esteve em nós,
história
Somos a semente, ato, mente e voz, magia
Não tenha medo, meu menino bobo, memória
Tudo principia na própria pessoa, beleza
Vai como a criança que não teme o tempo, mistério
Amor se fazer é tão prazer que é como se fosse dor,
magia
Como se fora brincadeira de roda, memória
Jogo do trabalho na dança das mãos, macias
O suor dos corpos na canção da vida, história
O suor da vida no calor de irmãos, magia"



Escrito por Chris às 16h16
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Gostaria de poder caminhar tranqüilamente com minha câmera fotográfica pelas ruas do Rio, mas sinto medo.

Assusto-me com esbarrões na rua, ao perceber a bolsa balançar.

Ele, o medo, nos espreita a cada sinal de trânsito ou diante de um negro que corre pela via pública, quando todos dizem: - Deve ser ladrão! É, mas pode ser apenas um trabalhador, atrasado, tentando pegar o ônibus.

As manchetes dos jornais são apavorantes, todos os dias, mas ainda não consegui ficar indiferente. Talvez isso seja um bom sinal.

Chegamos a um ponto onde fica quase impossível enxergar a bendita luz no fim do túnel.

O incômodo é permanente e creio que precise aumentar para que algo seja efetivamente feito por toda a sociedade.

Se ainda vivemos na penumbra, é preciso que se estabeleça o breu.




Escrito por Chris às 16h12
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“A fotografia não rememora o passado. O efeito que ela produz em mim não é o de restituir o que é abolido (pelo tempo, pela distância), mas o de atestar que o que vejo de fato existiu. Ora, esse é um efeito verdadeiramente escandaloso. A Fotografia sempre me espanta, com um espanto que dura e se renova, inesgotavelmente”.

Roland Barthes, em A câmara clara

"Fotografar é colocar na mesma linha a cabeça, o olho e o coração"

Cartier-Bresson

"Muitas vezes a fotografia é isso, um abismo iluminado. Um xeque-mate na superfície" 

Arthur Omar

"A fotografia é a escrita com luz"

Autor descohecido



Escrito por Chris às 15h30
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"Como vai você?"

Antonio Marcos / Mario Marcos

"Como vai você?
Eu preciso saber da sua vida
Peça alguém pra me contar sobre o seu dia
Anoiteceu e preciso só saber 
Como vai você
Que já modificou a minha vida
Razão da minha paz já esquecida
Nem sei se gosto
Mais de mim ou de você 
Vem, que a sede te amar
Me faz melhor
Eu quero amanhecer
Ao seu redor
Preciso tanto me fazer feliz 
Vem, que o tempo
Pode afastar nós dois
Não deixe tanta vida pra depois
Eu só preciso saber
Como vai você?"




Escrito por Chris às 15h28
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"Samba do amor"

Paulinho da Viola / Elton Medeiros / Hermínio Bello de Carvalho

"Quanto me andei
Talvez pra encontrar
Pedaços de mim pelo mundo
Que dura ilusão
Só me desencontrei
Sem me achar
Aí eu voltei
Voltar quase sempre é partir
Para um outro lugar

O meu olhar se turvou
E a vida foi crescendo
E se tornando maior
Todo o seu desencanto
Ah, todos os meus gestos de amor
Foram tragados no mar
Ou talvez se perderam
Num tempo qualquer
Mas há sempre um amanhecer
E o novo dia chegou
E eu vim me buscar
Quem sabe em você"




Escrito por Chris às 15h25
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"QUEM NÃO TEM MAIS DO QUE UM MOMENTO PARA VIVER NADA MAIS TEM A ESCONDER."

QUINAUT -ATYS



Escrito por Chris às 15h21
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"O QUE VEJO, O QUE SOU E SUPONHO SERÁ APENAS UM SONHO NUM SONHO?"

EDGAR A. POE (HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS)



Escrito por Chris às 15h18
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O INFERNO DO HOMEM NÃO É O OUTRO, É A CULPA.



Escrito por Chris às 15h15
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PUTZ! Escrevi demais ontem.... Vejam o que a gripe pode fazer com uma pessoa....

Hoje, voltei à PR e estou dando uma organizada na vida profissional, tossindo enquanto trabalho. Quero retomar a monografia com calma, acertar os computadores “bichados”, enfim, arrumar a casa.

Até mais!



Escrito por Chris às 15h51
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- MAMÃE, ENGOLI UM GELO! VOU GELAR POR DENTRO?

(RAFAELA)



Escrito por Chris às 13h54
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Depois dos posts de hoje, vi que meu blog nunca foi tão confessional. Ora, trata-se de um diário, feito para suportar desabafos, repetições e comentários. 

Ufa! acho que consegui colocar bastante coisa pra fora. Que sensação boa! Escrever faz bem à alma.

Ah, espero que as possíveis falhas ortográficas e gramaticais sejam perdoadas.

Beijos da Kritzzzzzzzz!



Escrito por Chris às 13h52
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MAIS UMA DA SÉRIE “REFLEXÕES PÓS-ORGIA” (PROFUSÃO FÍSICA E MENTAL):

 

DODÓI, DESACELERANDO E BUSCANDO SIMPLIFICAR A VIDA:

 

Nossa! Estar dodói me deixou pensativa... Preciso aproveitar a boa fase da vida e do casamento, já que ninguém é feliz para sempre, e ensaiar, dar novos passos - dois para frente e um para trás, porque a coisa não é fácil - e seguir por aí, aparando arestas, criando o diferente, tentando manter os pés no chão e, principalmente, fazendo uma coisa de cada vez.

 

Quero respeitar meu tempo: ser rápida quando necessário e pôr o pé no freio sempre que possível. Comecei substituindo o catamarã pela barca, para organizar as idéias a caminho do trabalho. Ah, tenho ido para a PR de tênis, jeans e mochila (quem diria?). O que mais? Bicicleta pela manhã, pilates e musculação (um pouco de cada, para não cair na monotonia). É, Não sou mais a sedentária de outrora (há, há, há). Até quando? O vício na velocidade e a força do hábito são terríveis!



Escrito por Chris às 13h43
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EXCESSOS

 

 

Abro o armário e vejo mais roupas que o necessário, além de muitos supérfluos. Faço o mesmo na despensa e percebo o quanto se estraga por não ser consumido. Minhas estantes têm o suficiente para ser lido durante o resto da minha existência e mais um pouco. Por quê? É a pergunta que não quer calar. Há algum vazio que não consigo preencher? Não sei, feliz ou infelizmente, não sei.

 

Converso ao telefone com uma amiga. Leio o post no blog de outra, sobre os objetos que são usados e aqueles que servem apenas para inflar o ego do dono. Penso, penso, penso. O que se aplica a minha vida? Sei lá, mas sinto a necessidade de caminhar, continuar crescendo. Sei que essas dúvidas fazem parte do processo. Observo, mais uma vez, os cabides, as prateleiras de livros, cds e dvds. Como pude juntar tantas indumentárias, meios de informação e entretenimento? Onde está o objetivo de tudo isso? Será que estou me cobrando demais e me encaixo no padrão de normalidade? Negativo. Ainda bem, pois ser “normal” deve ser chato demais. Não, não vou fugir dessas perguntas, mas as respostas ainda estão bem longe de mim...

 

Quero cortar os excessos. Comecei me dando alta do analista, pois sinto necessidade de caminhar sozinha. Paguei e encerrei as contas da livraria e do jornaleiro, já que não tenho mais onde acumular nada. Chega de brinquedinhos novos para distrair a mente. Vou mexer, usar e aproveitar o que tenho. Esse pode ser um bom começo, mas tais atitudes não passam de boas intenções e delas o inferno está cheio... As tentações são deveras atrativas... Será que vou conseguir? O objetivo é esse: crescer, melhorar. Não sei se vou chegar lá, mas prometo prestar atenção no caminho.



Escrito por Chris às 13h07
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PENTAX K-1000

 

Sinto saudades do clique da minha velha e boa Pentax, com todos os seus ajustes manuais, além daquele barulhinho gostoso do disparador. Lembro, ainda, de como era bom revelar o filme e ver aquela combinação de foco, abertura e velocidade dando certo. Luz correta, cores lindas e a habilidade da fotógrafa ali, no papel. É claro que havia também as fotos ruins, inaproveitáveis, a não ser para constatar que o ajuste estava errado e era preciso melhorar aqui e ali. Ah, não posso esquecer das reclamações na loja, quando a densidade não estava boa, ou o líquido sujo, deixando as cores diferentes e risquinhos espalhados em toda a fotografia. Fui muito chata com revelação, por isso, fazia sempre no mesmo lugar, para ficar conhecida e poder chiar à vontade, isso quando o resultado não era o correto, em virtude dos erros do laboratório.

 

Era gostoso sair com a case cheia de filmes, objetivas, filtros, tripés e todo o aparato para criar belas fotos. Não havia pressa. Arrumava tudo e esperava o momento de apertar o disparador da câmera ou o do cabo (este quando não podia tremer nadinha, com a velocidade do obturador bem baixa: 30 ou B). Lembro-me de quando fomos ao Espírito Santo, na praia, à noite, lua cheia e eu fotografando com o flash regulável manualmente, de acordo com a distância e a abertura, ou em B, marcando os segundos de entrada da luz que marcaria o filme. Aprendi com tentativas e erros. Estraguei um bocado de papel, fazendo fotos de fotos antigas, quando ainda não existia o verbo escanear.

 

A digital “acabou” com tudo isso. Mas, assim como a fotografia, minha vida também “evoluiu”, ficou diferente. Não tenho espaço para levar tantas coisas nos ombros. Não gozo de tempo para “brincar” com máquina fotográfica, então, uso e abuso do automático. Tudo isso é parecido com o saudosismo em relação à máquina de escrever e ao bolachão de vinil no toca-discos. O computador facilita, os CDs tornaram o som mais puro.

 

Na vida, tudo se modifica e nos relacionamentos, “a fila anda”, como dizem. A gente até se adapta às mudanças, mas às vezes surge aquela saudade de tudo que era feito com mais vagar e atenção especial. Até as amizades eram mais bem cuidadas. Sempre gostei de ser carinhosa com os meus amigos, escrever longas cartas e ficar horas ao telefone. Hoje, acabo cedendo à tentação de enviar e-mails.

 

Acho que tenho algo de saudosista, como quem gosta da nova versão de “A fantástica fábrica de chocolate”, mas ama a primeira por causa das recordações que ela traz.  Quero muito poder usar a Pentax K-1000, sem abrir mão da digital, ouvir músicas antigas com os pulinhos da agulha  da vitrola ou remasterizadas, em cds ou MP3. Dá pra ser? Penso que sim.

 

Sinto que o ideal é o equilíbrio. Não há necessidade de rechaçar o novo para ter o antigo e vice-versa. Vejo apenas os extremos como ruins, o meio-termo, difícil e a perfeição, se existe, bem longe de mim.



Escrito por Chris às 12h16
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Tempo, tempo, tempo

 

Preciso de mais tempo para  ter de volta o meu olhar contemplativo em relação ao que me cerca. Quero ficar só com meus pensamentos, construindo castelos, imaginando o possível e o impossível. Sinto falta da calmaria, de uma rotina mais lenta. Tento, aos poucos, tirar o pé do acelerador, mas quando me dou conta, já estou a 120 Km/h novamente. É a força do hábito fazendo parte do caminho. Difícil encontrar o equilíbrio, mas acho que dá para chegar perto, ir atrás do objetivo num bom momento. Acho que a minha hora é essa, então, vou buscar uma marcha mais lenta. Só não quero é ficar em ponto-morto, porque a inércia também me faz mal.

 



Escrito por Chris às 12h15
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Festa Agostina 2

 

Comecei a dançar com a caipira arrumadinha, de maria-chiquinha e pintinhas no rosto. Depois, fiquei toda bagunçada, os laços de fita do vestido se desfizeram, o penteado desmanchou e o suor apagou todas as minhas pintinhas. Amigos indo embora cansados, outros chegando e eu no pique total.

 

Enfim, a festa foi maravilhosa, mas depois de uma semana também movimentada, meu corpo apresentou  sinais de fadiga: gripe forte, tosse e moleza, muita moleza. Resultado: Amoxil+Claritim D+Cewin e cama. As dores musculares continuam, mas não era para menos, pois há bastante tempo eu não dançava e pulava tanto.

 

 

Fiquei feliz com o resultado, mas ainda não consegui me refazer. Sinto necessidade de desacelerar, diminuir o ritmo do trabalho e do lazer, parar de inventar tantas atividades e “baianar”, ficar ao léu, sem pensar em nada.

 

 

Estou amadurecendo idéias para ter mais tempo livre... Depois eu conto, pois podem ser apenas reflexos desse cansaço momentâneo.

 

Até mais!



Escrito por Chris às 10h17
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   FOTOS DA FESTA AGOSTINA NO VÔO DO OLHAR E FOCO ABERTURA & VELOCIDADE.

Escrito por Chris às 16h16
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Escrito por Chris às 22h26
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Festa Agostina 1

 

 

Nossa turma ferveu, bombou na festa agostina do Barreto Summer’s Club! Começou às 19h e 30 min e foi até às 2h e 30 min, no maior pique. O DJ arrebentou no forró, quadrilha, anos 80, samba e até funk. O povo balançou! As crianças se divertiram nas brincadeiras: pescaria, boliche, bola na boca do palhaço e grande jogo de perguntas e respostas. Deu trabalho, mas valeu a pena! Os amigos já estão pedindo bis, porém, eu ainda não estou pronta para outra, pois o corpo inteiro dói, principalmente as panturrilhas, de tanto pular, pular, pular.

 

 



Escrito por Chris às 22h07
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   Estou blogando direto do curso de OpenOffice, aproveitando o intervalo. Acho que na próxima semana tudo voltará ao normal e estarei com mais tempo para minhas atividades extra-PR. Quero minha rotina de volta!!!

Escrito por Chris às 14h19
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   Estou com muito, muito trabalho: pilhas de processos e procedimentos administrativos sobre a mesa. Como se não bastasse, ainda estou fazendo um curso no Senac, todos os dias (OpenOffice) e organizando a festa agostina. Uff! Ainda tem a monografia, caminhando a passos lentos... Espero poder tomar logo o meu chopinho com as Alices, pra dar uma relaxada, porque ninguém é de ferro. Até mais!

Escrito por Chris às 20h00
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