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AMIGOS, ABRACEM-ME PORQUE EU DEIXO E GOSTO!
BEIJOS E MUITOS, MUITOS ABRAÇOS EM TODOS VOCÊS!!!
Escrito por Chris às 18h13
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TERAPIA DO ABRAÇO
Da Agência Estado
14/10/2005
08h33-A sensação na pele quando somos abraçados passa emoção e aconchego para todo o corpo. Primeiro, o toque sensibiliza todas as células e dá um arrepio. Depois, quando os braços da outra pessoa nos envolvem, com um pequeno aperto, o sentimento se multiplica e leva alívio para a cabeça e para o coração.
Um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, publicado no Psychosomatic Medicine, mostrou que o contato físico, como um abraço, pode aumentar a longevidade. As descobertas sugerem que uma relação forte e duradoura pode proteger contra futuras doenças cardiovasculares, além de fazer bem para a saúde em geral.
O motivo é que ficar em contato com um parceiro diminui a pressão sanguínea e o batimento cardíaco. Uma das pesquisadoras, a psiquiatra Karen Grewen, comprovou que os níveis de cortisol e de norepinefrina, hormônios do estresse, foram reduzidos após um abraço. Além disso, o nível de oxitocina, um importante hormônio ligado à fidelidade, aumentou.
Na pesquisa, 28 casais, de 20 a 49 anos, que se relacionavam havia pelo menos um ano, conversaram sobre os momentos felizes. Depois, assistiram a um filme romântico e, alguns minutos mais tarde, se abraçaram. Segundo o psicoterapeuta do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, Eduardo Ferreira Santos, o aumento de oxitocina depois de um abraço chama a atenção. Ele afirma que trabalhos recentes mostraram, em animais, que o hormônio é responsável pela manutenção estável de um casal. "A injeção de oxitocina em ratos mostrou que eles ficaram por mais tempo juntos à prole, depois do nascimento dos filhotes. Em geral, os machos abandonam a família.
Contudo, Santos explica que não se pode afirmar que quem se abraça mais será mais fiel. A ação do hormônio gera, entretanto, um impulso e um desejo de cuidar. Assim, para quem abraça ou para quem é abraçado, a afetividade aumenta e traz bem-estar.
Livro
A psiquiatra Kathleen Keating, que escreveu o livro A Terapia do Abraço (Editora Pensamento, R$ 12), diz que a sociedade atual está sofrendo de solidão. "A tecnologia moderna é importante, mas todo ser humano precisa de carinho físico." Intuitivamente o abraço remete ao período em que se é bebê, diz Santos, e os adultos perderam o costume de abraçar. "Geralmente é um ligeiro tapinha nas costas.
Para algumas pessoas, admitir que precisam de carinho é sinal de fraqueza e dependência, especialmente para os homens, aponta Kathleen. "Por outro lado, existe algo poderoso em nossos braços mãos e dedos que faz alguém se sentir amado e cuidado com um simples abraço", diz. Segundo ela, cinco milhões de transmissões nervosas são responsáveis pelas diferentes sensações do toque. "No contato, específicas terminações nervosas são ativadas e enviam a mensagem ao longo da espinha dorsal até o cérebro.
Kathleen diz que existem muitos estudos sobre os benefícios do contato físico, mas que provar que ele é essencial, poderoso e capaz de curar é como argumentar que respirar faz bem. "Há muita coisa no fenômeno do toque que não pode ser medida.
Escrito por Chris às 18h10
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Tomar "devassas" no Café Odeon BR, na hora do almoço de uma sexta-feira, com o meu fiel escudeiro achando que o Rio é Paris só pode ser:TDB!!!
Já comecei o final-de-semana!
Escrito por Chris às 17h41
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“Pois então: Meu nome, verdadeiro, é Diadorim... Guarda este meu segredo. Sempre, quando sozinhos a gente estiver, é de Diadorim que você deve me chamar, digo e peço, Riobaldo (...)” (...) “Da razão desse encoberto, nem resumi curiosidades. Caso de algum crime arrependido, fosse, fuga de alguma outra parte; ou devoção a um santo-forte. Mas havendo o ele querer que só eu soubesse, e que só eu esse nome verdadeiro pronunciasse.Entendi aquele valor. Amizade nossa ele não queria acontecida simples, no comum, sem enclaço. A amizade dele, ele me amava. E amizade dada é amor”
JOÃO GUIMARÃES ROSA
Escrito por Chris às 17h37
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Momentos dessa semana:
Deitada sobre o colo da Rafaela:
- Minha mãe tem cabelo preto e é cheia de pintinhas. (R)
- Eu... (C)
- Te amo!!!!! (R)
Adormeci. Ela ficou mexendo no meu rosto até reclinar a cabeça no travesseiro e apagar também.
No consultório dentário:
- Tem alguém dormindo aí? (dentista)
- Ôpa! (C)
Não só dormi, como tive três sonhos diferentes.
É, devo estar realmente cansada...
Ainda bem que hoje é sexta-feira. Ufa!
Escrito por Chris às 18h47
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SINS adriana calcanhoto
Eu nunca faço escolhas
Eu quero sempre tudo
Eu digo sempre sim
Eu não me confundo
Eu vou logo aceitando
Eu peço sempre muito
Eu quero ver o fundo
Eu não vacilo
O tempo todo eu mudo
Eu não duvido
Eu nunca nego restos
Eu não decido
Eu quero
Para estar em movimento
Invento alvos
E finjo que estou perto
Eu só minto pra mim mesma
Atrás de freqüências, potências, clarezas
Desenho falsas retas
Falseio novas rotas
Por onde pulsa a minha pressa
Eu não duvido
E sim eu disse sim eu quero sins, eu quero.
Escrito por Chris às 11h45
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CHRIS E MÁRCIA NO "ESPAÇO SERRA" - TERESÓPOLIS (PUB SANCHO PANÇA)
SETEMBRO/2005
MINHA ARQUITETA PREFERIDA DEU SHOW NO SEU
"QUARTO DE ADOLESCENTE"
Escrito por Chris às 23h07
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NOVAS FOTOS NO "VÔO DO OLHAR", "FOCO, ABERTURA & VELOCIDADE" E "LARISSA FLORZINHA"
Escrito por Chris às 22h54
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VIDA DE MENINA
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O filme foi rodado em 35mm na cidade de Diamantina (MG) e arredores durante oito semanas em Junho e Julho de 2003, com uma equipe técnica de 60 profissionais, elenco de 40 atores, e quase 300 figurantes locais.
Com a autorização do IPHAN, várias ruas da cidade foram modificadas para recriar a Diamantina de mais de cem anos atrás - "sujando" paredes, distribuindo terra, pedras, e palha, colocando animais, cavalos, mulas, e carroças pelas ruas. Do casario antigo da cidade, vários ambientes interiores de época também foram recriados, com o uso no cenário de centenas de objetos antigos dos museus da região e de coleções particulares.
Mais de quatro semanas foram dedicadas as filmagens no centro histórico da cidade, e depois a produção se deslocou para filmagens de garimpo em Sopa, o grande pic-nic da família em Biribiri, e duas semanas de filmagens em Curralinho, onde foi reconstituída a rua e casa da família Morley. A escolha da cidade, mesmo sendo um local distante e de difícil acesso, preservou a idéia original do diário, surpreendendo pela sua originalidade e estado de conservação.
Baseado no Livro Minha Vida de Menina (O Diário de Helena Morley), de Helena Morley, um clássico da literatura brasileira, é um sucesso no Brasil - hoje em sua 19ª edição - e no exterior, tendo sido traduzido para o inglês (pela poeta Elizabeth Bishop), francês, italiano, japonês e russo. Escrito entre 1893 e 1895
Publicado pela primeira vez em 1942, o livro é um painel multicolorido daquele momento histórico singular no Brasil, com o sabor e a vivacidade de um diário de adolescente. Quando Helena Morley - pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant (1880-1970) - era criança, na Diamantina dos anos 1890, seu pai, pequeno minerador descendente de ingleses, aconselhou-a a escrever diariamente num caderno suas observações sobre o mundo à sua volta. Ela seguiu o conselho do pai e, entre os doze e os quinze anos, manteve um diário em que anotava não apenas o dia-a-dia na família e na escola, como também agudos comentários sobre a vida da cidade e da região, com seus costumes arraigados, suas relações sociais, suas contradições.
Minha Vida de Menina é esse diário ele cobre os anos de 1893 a 1895, mas só foi publicado em livro pela autora em 1942, causando impacto. | |
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Escrito por Chris às 21h21
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